segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Bar do intercidades
Algures perto de Abrantes no Intercidades. Hora de almoço e grande apetite. Menu: bacalhau...e arroz de prato. Queremos 4 doses. Lamentam, mas só há duas doses. Uma de cada. Mais: só há sempre duas doses. Tem pouca procura. A confirmação: só há três pratos de louça. Mas há mais de plástico!...
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Câmara Municipal de Coimbra - atendimento ao público
Funcionária que ao arrepio da lei não quer receber requerimento porque falta o número de contribuinte do requerente. E se o requerente perdeu o dia, ou a manhã, e está à espera há horas, pouco importa. Sem número de contribuinte não recebe. Está acima da lei e pronto! Só depois de ameaça de participação superior é que caiu em si e lá recebeu o documento. Arrogância, prepotência, mais uma vez, por quem sobrevive à custa dos nossos impostos mas que se acha no direito de ser arrogante e prepotente e de envergonhar os colegas e a função pública. Que se danem os interesses das pessoas. Só se refilarmos, se reclamarmos, se exigirmos é que somos tratados com normalidade, como é no mínimo de esperar. Mais uma vez o poder irreal, ou o sonho de se ter um poder que só existe na segurança do emprego e na ausência de patrão com rosto.
Refer - Coimbra B
Coimbra - B, Estação da CP, Sábado 11. 50 h. Há um parque de estacionamento contíguo à estação criado pela Câmara em 2004. Tinha acesso directo ao parque privativo da estação através de uma ponte pedonal, e daqui se acedia à estação. A ponte desapareceu depois do Euro 2004 e o parque ficou sem acesso, e consequentemente a estação. Quem quiser estacionar, porque outro parque público não há, tem que andar duzentos metros, 50 dos quais dentro de um túnel apertado, em curva, com trânsito nos dois sentidos, sem passeios, extremamente perigoso, e só depois chega à estação. Um absurdo, um desrespeito pelos cidadãos por parte da Refer e da Câmara. Tentámos entrar logo à saída do parque da Câmara, por portão com guarda para o parque da Refer, atrás de uma viatura. Quis o guarda vedar o acesso, de forma arrogante e propotente, empurrando sem explicações o portão, como se estivesse a exercer um grande poder. Que fôssemos pelo túnel perigoso, à volta! Quando estávamos ali de malas na mão e só queríamos passar a pé de um parque, para o outro, e deste para a estação. Bastava uma palavra de explicação, educada, civilizada, o minimamente razoável como se exige de qualquer cidadão e mormente se funcionário do Estado, para cujo vencimento todos contribuimos. Não. Do alto da sua segurança de funcionário somos recebidos como marginais. Não lhe pagamos para ser simpático, mas muito menos para ser mal educado e antipático. Culpa da Refer, culpa da Câmara, culpa do funcionário mal educado e arrogante que não se quer comportar como um ser humano normal. Estamos fartos.
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